“vai
meu amigo
desta vez
eu não vou contigo”
Solda
Hoje acordei com um aperto e não sabia o motivo.
Sonhei com pisos que caiam e escadas de pano.
Havia mocinhos, e os bandidos fugiram.
Seria abismo se não fosse urbano.
Nem é por eu ter uma subjetividade latente
Que eu importuno os outros com versos
É por precisar urgentemente
Que entendam que o meu amor é feito sempre de restos.
xxx
Olha que a subjetividade te engole.
Ainda mais vinda de mim, tão afoita, tão deliberadamente gulosa.
Cuida que meu amor é um fosso.
Chega muito perto e eu viro vertigem nebulosa.
Não importa mais se o teu caminho passa a milhas do meu.
Já não ligo para as meticulosidades da vida.
Tímida eu fui quando tinha medo do engano.
Hoje só tenho medo de que não termine o dia.
É desalento saber que vais embora.
Localizações geográficas são por vezes fortes guias.
Mexo-me irrequieta na ousadia de meu apego.
Fujo na languidez incômoda de que um dia desses estás de volta.
Eu sempre espero.
Bom dia.
Tem vaga lembrança de quem deixa este recado?? Hehe..
Passo por aqui para parabenizar pelo seu trabalho, que acompanho pelo jornal. Até então não conhecia este blog, e agora, horario que estou com poucos afazeres, olhei o link para o blog no portal CGN. Você sempre teve talento para a escrita, e é importante o trabalho desta capacidade singular. Um abraço pra ti, e que tenha sucesso.
Pois é, no fim das contas, sempre esperamos. Maravilhoso texto, minha amiga. Parabéns.
Já havia lido aqui.
Tens uma delicadeza admirável com as palavras.
Gostei de todos os textos e acompanho teu trabalho no ALT também.
Sucesso garota.
Um beijo.
É..
Uma verdadeira escritora nata!!
Parabéns Julliane.. ^^
BeijO!!!
Ei Juliane…parabéns!!!
Gostei dos textos.
Aproveite e conheça meu blog
Abs, Janaina
Juju, está na hora de vc atualizar o blog, viu? xDD
hehehee
bjooo =****